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Teleconferência reúne socioeducadores para capacitação em Práticas Restaurativas

O Grupo de Trabalho em Práticas Restaurativas, criado pelos Juizados de Infância e Juventude, nas áreas de Políticas Públicas e Execução de Medidas Socioeducativas, bem como de Atos Infracionais, que reúne entes do sistema socioeducativo, realizou uma teleconferência com o instrutor Paulo Moratelli, de Caxias do Sul (RS) O encontro foi mais um passo no sentido da implementação das práticas restaurativas em todo o sistema, que além dos Juizados integra os núcleos de cumprimento de medidas. Ângela Martins, pedagoga do Juizado Especial da Infância e da Juventude Área de Políticas e Medidas Socioeducativas, informou que o grupo participou de um primeiro curso com Moratelli, no formato presencial, em janeiro deste ano. Com a criação do GT, o grupo avança nas ações do Projeto Diálogos, criado pelo Judiciário, que objetiva a formação continuada dos socioeducadores. “Com a Teleconferência é possível tirar dúvidas sobre como implementar as práticas restaurativas, debater com o instrutor a respeito de políticas para o setor com a metodologia repassada, dar feedback sobre como está sendo a implementação das técnicas no Sistema Socioeducativo, e também sobre os projetos que estão sendo estruturados pelas unidades para essa política no Amapá”, informou Ângela. Além dos técnicos do Poder Judiciário, participaram da Teleconferência profissionais do Centro Socioeducativo de Internação Masculina (Cesein), Núcleo de Internação Provisória (Nipe), Centro de Internação Feminina (Cifem) e Núcleo de Semiliberdade, todas unidades onde adolescentes em conflito com a Lei cumprem medidas judiciais. “O projeto visa capacitar os técnicos para utilizar os círculos restaurativos entre os próprios técnicos, com os adolescentes e com as famílias dos socioeducandos”, afirmou Ângela. Alguns entes já estão realizando as práticas restaurativas. Entre eles o Núcleo de Semiliberdade. Segundo Fátima Soledade, assistente social, o Núcleo aplicará as técnicas restaurativas primeiramente com as mães dos adolescentes que cumprem medidas. “As reuniões são mensais e tratam temas persos. As mães participam de forma ativa no processo de recuperação dos adolescentes. Nas reuniões elas relatam o modo de vida da família, as dificuldades e a reflexão sobre o universo em que vive”, relatou Fátima. Clarice Braga é pedagoga do Centro de Internação Feminina (Cifem). Ela relata que a metodologia restaurativa já está sendo introduzida nas reuniões com as adolescentes em cumprimento de medidas. “Nas rodas de conversa estamos trabalhando para que elas falem sobre os conflitos e sobre a dinâmica da instituição. A metodologia tem promovido um amadurecimento muito grande na solução dos conflitos e na prevenção dos mesmos”.
12/04/2018 (00:00)

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