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NUPEMEC/TJAP ministra módulo final de Curso de Práticas Restaurativas para internas do pavilhão feminino do IAPEN

Mais de 30 apenadas com regime fechado do Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (IAPEN) assistiram, na manhã desta sexta-feira (02), ao último módulo do Curso de Práticas Restaurativas promovido pelo Núcleo de Mediação e Conciliação do presídio, por meio de parceria com o Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP) e o Ministério Público Estadual (MP-AP). Ministrado pelas mediadoras Sônia Ribeiro, do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais e Resolução de Conflitos (NUPEMEC/TJAP), e Sâmia Waldeck, da Central Judicial de Solução de Conflitos (Cejusc) do Fórum de Macapá, o módulo abordou técnicas de mediação e políticas nacionais e estaduais de desjudicialização. Segundo Sônia Ribeiro, um dos principais ensinamentos do curso é a manutenção do respeito entre as partes. “No módulo, ensinamos várias técnicas e exemplificamos casos de aplicação”, exemplificou Sônia. Ela acrescentou que “uma coisa simples como perguntar como uma pessoa prefere ser chamada e respeitar esta vontade já é um passo importante”. “Os conflitos de foco neste treinamento são específicos de mulheres, que têm uma abordagem mais emocional da vida e das relações, diferente dos homens que têm mais a ver com afirmação masculina e poder”, explicou Sônia. De acordo com Sâmia Waldeck, outra técnica importante ensinada é o parafraseamento. “Nesse método nós procuramos repetir e ensinar a repetir as frases ditas por cada parte em um diálogo, limpando de emoções fortes”, detalhou. Segundo a mediadora, “assim cada um tem mais facilidade de entender a mensagem por baixo da fala emocionada e mesmo se colocar no lugar do outro”, complementou. De acordo com Valéria Andrade, coordenadora do Núcleo de Mediação e Conciliação do Iapen, o curso começou esta semana e já foram ouvidos relatos de conflitos resolvidos em celas de participantes. “As alunas do curso serão multiplicadores e nossa esperança é que possam, uma vez capacitadas para isso, reproduzir o que foi aprendido na solução de conflitos não só dentro dos alojamentos, mas junto às suas famílias e mesmo na sociedade, no dia que conquistarem de volta sua liberdade”, explicou. “Nossa meta é capacitar mais de 400 pessoas só no primeiro semestre. A iniciativa segue também para o pavilhão masculino e para o Centro de Custódia”, acrescentou Valéria.
06/02/2018 (00:00)

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