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Empreendedorismo e palestra sobre violência doméstica marcam o Dia da Mulher no Fórum de Macapá

Como parte da programação em comemoração ao Dia Internacional da Mulher - 08 de março, o Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher da Comarca de Macapá realizou uma extensa programação no Hall da Central de Conciliação do Fórum, que contou com exposições de produtos de mulheres empreendedoras e palestra sobre as formas de violência de gênero. (VISUALIZAR FOTOS) A ação foi organizada pelo Núcleo Psicossocial de Acolhimento à Família (NUPAF), unidade vinculada ao Juizado. Para o evento a equipe convidou mulheres que produzem os mais persos tipos de produtos para comercialização na ocasião, provocando o interesse das pessoas que estavam nos corredores do prédio. Em uma das iniciativas denomina Monteiros Lopes da Mariana, Yane Sandim falou que o trabalho surgiu por incentivo de sua filha de cinco anos. “Minha filha queria fazer uma viagem para Fortaleza, falei a ela que precisaria juntar dinheiro. Como eu sempre fiz Monteiro Lopes ela deu a ideia de produzimos para vender, assim começou a levar para brechós e eventos culturais. Conseguimos o dinheiro para viagem e hoje mantemos essa ideia com toda a família”, explicou. A ação também contou com a palestra da professora e socióloga Kátia Paulino, que fez uma reflexão sobre as persas formas de violência que as mulheres sofrem. “Temos avançado muito com relação a essa discussão, o próprio empoderamento da mulher tem sido progressivo, mas infelizmente os indicadores ainda são negativos nesse sentido, pois a violência está ligada a questões do machismo no Brasil”, argumentou. Durante toda a semana, o Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Macapá está engajado nos julgamentos de casos envolvendo violência contra a mulher, assim como todas as unidades do Judiciário brasileiro, que participam da Campanha Justiça pela Paz em Casa, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O juiz titular da Unidade, Normandes Antônio de Souza, falou que infelizmente ainda se mantém essa cultura dentro da sociedade brasileira. “Neste dia nem todas as mulheres estão felizes porque algumas foram vítimas de violência ontem mesmo. Na pauta de hoje temos várias audiências e atendimentos oriundos da Delegacia Especializada de Crimes contra a Mulher, porque muitos homens ainda estão agredindo e desrespeitando suas companheiras”, relatou o magistrado. O juiz ponderou que o mutirão de julgamentos ajuda a aliviar a pauta e também chama a atenção da população sobre o problema da violência contra a mulher, o que deve ser combatido por toda a sociedade.
08/03/2018 (00:00)

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